sábado, 19 de novembro de 2011

Can't Stand It - Jessica Winky (7)

            Sai do meu quarto de pijama, na madrugada de um dia qualquer. Fui até a quadra de basquete, suspirei, tentei abrir a porta.
            Estava aberta. Estranho.
            Entrei no local então me sentei, no meio da quadra, sozinha. Pensando. Passando e repassando diálogos na minha mente. Um barulho, passos.
            Mais um passo, e outro. O ranger da porta, então mais passos. Me segurei para não olhas por sobre o ombro e espiar, apenas fiquei lá, parada, escutando passos.
            Uma quicando, parando ao meu lado. Era laranja, com grossas linhas em preto, silenciosa. Peguei-a na mão, e fiquei olhando-a. Então cedi ao desejo de olhar para o lado, vi Drew, olhando para mim.
            — O que está fazendo aqui, sozinha? — Ele sorriu, e sua voz pareceu mais calma quando continuou: — E como conseguiu entrar?
            — A porta estava aberta, e... — fiquei observando ele sentar-se ao meu lado — vim pensar, você disse que isso te ajudava... Pensei que... poderia me ajudar também.
            — E conseguiu?
            — Não, eu acho. — Disse com um longo e pesado suspiro.
            — Acha? Por quê?
            Um sorriso clareou os olhos de Drew, e fez com que eu sorrisse também. Apoiei minha cabeça no ombro dele e senti que o braço dele envolvia minha cintura.
            Com meu pé, comecei a brincar com os pés descalços e molhados de Drew.
            — Há uma coisa que não me permite pensar em nada — senti minhas pálpebras pesando, mas senti que tinha que terminar aquilo, não me permiti dormir —, em nada, que não seja ela, ou ele.
            — Sério? — acariciando minhas costas, senti um sorriso, e um beijo por cima dos meus cabelos, suspirei, e então assenti com a cabeça — Isso anda acontecendo comigo também. Mas... O que seria essa coisa?
            — Não sei... — hesitei em responder, apenas olhando o rosto de Drew, vendo o sorriso desaparecer. Eu estava com medo. Medo de dizer que essa "coisa" era ele. Medo de que todos os momentos que passamos juntos, desaparecessem assim que eu respondesse — O que seria essa sua coisa?
            De novo um sorriso estampou-se no rosto de Drew, apertando-me um pouco mais ele colocou a boca próxima de meu ouvido e sussurrou:
            — Você.
            Corei, não entendendo a minha reação, me afastei dele, e então sorri, chegando mais perto novamente, ficando frente-a-frente com ele.
            Olhando um nos olhos dos outros o silêncio se arrastava, sorrindo, chegávamos mais perto um do outro cada vez mais, e mais, e mais. Até que nossas testas se tocaram, sentindo o hálito fresco de Drew na minha face, e então...

            — Jéssica acorda!
            Candy sorriu ao ver meus grandes olhos semicerrados, esfregando a mão neles.
            — Hoje é domingo Candance! — sorri, falsa e cansadamente tímida, puxando a coberta até o queixo, e me virando. — Tenho o direito de dormir até darde. Que horas são? Cinco?
            Ela revirou os olhos e balançou um bilhete na cor creme com vermelho na borda. Com um sorriso dramático e maliciosamente branco ela o abriu e começou a ler, em voz alta:
            — J., ainda quero trégua no nosso jogo. Te encontro no refeitório as 9h a.m. Desculpa não ter mandado mensagem, ainda não tenho o seu telefone. Drew. — Ela suspirou — Que meigo, agora se levanta e vai se arrumar. Já são 8h30 ninguém quer se atrasar num "encontro" com um gato daqueles, quer?
            Levantei da cama, comecei a pegar minha roupa lentamente, e então fui me trocar. Coloquei um vestido florido, rosa,  um pouco acima do joelho, e uma sandália nude.
            Quando sai do banheiro Candy que estava lendo um livro, o qual não vi o título disse:
            — Vai jogar com essa roupa? Quer o que? Que ele veja sua calcinha?
            — O que? Jogar?
            — Trégua. Jogo. Drew. Basquete. Sim jogar.
            — Ah, verdade... — Respondi tocando meu pescoço com a mão, estava um pouco dolorido.
            Peguei uma grande camisa do Brasil com um gigante número 8 e "J. Winky" estampado atrás, na frente, por sua vez estava escrito "BRASIL" com letra maiúscula e em negrito, e um shorts de vôlei branco — mas a blusa o cobria.
            Quando sai do banheiro estava esperando que ninguém notasse, mas logo que sai prendendo meu cabelo num rabo-de-cavalo Candy sorriu e disse quasse sussurrando:
            — Você é brasileira?
            — É, sim — eu disse olhando para a minha blusa — Por quê?
            — Nada, é só que... Sinto saudades de lá.
            — Você é do Brasil também? Que mágico!
            — Sim, sou de minas. — Ela disse em português, com um sotaque mineiro. — Vim para N.Y. quando tinha 9 anos, e estou aqui desde então.
            — Legal! Que inveja, aos 9 anos a única coisa que eu sabia falar em inglês é "i love you' — nós duas rimos.
            Candy olhou para o relógio. E com uma cara espantada olhou para mim, dizendo;
            — Já são 8h45, temos que ir correndo!
            Começamos a ir em direção ao refeitório não muito depressa, conversando sobre o Brasil, sobre Drew, e Cole entrava algumas vezes nas conversas.
            Chegamos perto do refeitório, então Candy sorriu. Olhando para mim, ela perguntou:
            — Então princesa, se alguém ficar sabendo que Drew te chamou para um "encontro" está pronta para ser odiada por metade da escola, e ser interrogada segunda se for falar com a Olivia? — Começamos a rir.
            — Pra falar a verdade: não. Mas eu aguento.
            Rindo avistamos Drew sentado nos degraus do refeitório balançando os pés parecendo impaciente.

TO BE CONTINUED...
TÔ TENTANDO PASSAR O MAIS RÁPIDO QUE POSSO PRA CÁ.

sábado, 12 de novembro de 2011

Can't Stand It - Candy Courtiney (6)

            Estava voltando para meu quarto quando tive uma sensação estranha, peguei meu celular e liguei para meu irmão.
            — Droga! — Disse para mim mesma. — Por quê esse idiota não atende?
            Liguei mais uma vez, e mais uma, e mais uma, ele não atendeu nenhuma delas, então pela última vez que estava ligando, quase desistindo, ele atendeu.
            — O que houve C.? — Sua voz estava rouca, e meio tonta, indicando que ele estava bêbado, como em todos os sábados.
            — Sei o que está pensando. — Eu disse, mordendo o lábio inferior, adoro meu irmão, mas odeio quando ele parte o coração de minhas amigas.
            — Estou pensando em beber mais cerveja, passar o resto do dia com algumas garotas, e — um gole —, quem sabe, dormir com alguma garota desesperada essa noite? Lika, talvez ela. E então, acertou?
            — Quase — suspirei. — E só para deixar bem claro, eu não vou deixar que você "machuque" a Jess de alguma forma, não mesmo.
            — Do quê está falando? — Cole bufou.
            — Não se faça de bobo, tá? Eu sei muito bem que você entendeu e caso queira ouvir novamente — reuni forças soltando todo o ar do meu pulmão, e então continuei: —, não vou deixar que você parta o coração de ninguém, estou farta de ter que recolher os cacos que você deixa. Em hipótese.
            — Acha que eu machuco o coração de alguém? — Ele deu uma gargalhada que deu-me arrepios — Querida irmã, só você conhece esse meu lado. Os outros, não. E iremos manter isso em, segredo, nosso, ok?
            Subi as escadas rápida e euforicamente hesitante, estou cansada, pretendo chegar no quarto e me jogar na cama, espero que Jess não seja uma dessas fanáticas por ficar acordada de noite, espero que não.
            Procurei a chave em um dos bolsos no shorts. Nada, nem em outro, nem em outro. Então parei, vi a porta de meu quarto se abrir, uma figura musculosa e loura estava saindo.
            Drew! Jackob "Drew" Ingle Deeps saindo do meu quarto? Impossível! Então me lembrei de algo, dela. Jessica, Drew gosta de Jessica, como não percebi isso antes?
            Entrei em uma porta ao meu lado. O quartinho da faxineira, ótimo. Tinha um furo na porta, por onde dava para ver Drew passando, ele estava sorrindo. Tipo, sorrindo mesmo. Eu nunca o vira sorrir daquela forma, parecia que ele estava realmente feliz.
            — Cole, te ligo depois — desliguei o telefone na cara dele, pouco me importando, a única coisa da qual eu queria saber era Drew — O que será que aconteceu? — Eu disse para mim mesma, droga, eu estava falando sozinha? É bom esse negócio não me deixar louca.
            Drew fez alguma coisa com os braços, como se estivesse comemorando algo. Então fez a dancinha que ele sempre faz quando ganha algum jogo, e deu um sussurro alto murmurando algo como "yep".
            O sorriso dele o entregou, ele não apenas gostava de Jessica, mas algo mais. Quase como... Amor?

            Escorreguei pela porta até me sentar no chão, não conseguia acreditar, amor à primeira vista. Quem iria imaginar? Ainda mais com o nosso querido Jake Drew, aquele que nunca se interessou por nenhuma garota, nem mesmo as mais gostosas e populares? Aquele que mesmo sendo gato, nunca beijou, ou, levou alguma garota para cama? Isso sim, é, épico.
            Escutei passos indo em direção à porta onde estava escondida, e assim a faxineira Ellianour abriu a porta fazendo-me cair para trás.
            — Ellianour, minha cabeça! Mas que merda! — Eu disse esfregando a mão na nuca.
            —  Você não deveria estar no quarto? — A faxineira bufou. — Daqui a pouco a Sra. Carter chegará e teremos o toque de recolher, e você, aqui... Dentro do quartinho d...
            — Ah, eu só... eu só estava reformulando os pensamentos — suspirei — sabe, é meu penúltimo ano aqui, quero aproveita-lo... Uma suspensãozinha seria uma boa, não acha?
            — Candy, já não basta seu irmão, tá? Agora, vá para o quarto!
            Me levantei do chão e comecei a ir em direção do quarto, então me lembrei, eu perdi a chave, e Ellianour já havia ido embora.
            A porta estava, infelizmente, trancada, então bati duas vezes nela, torcendo para que Jess estivesse acordada.
            Sorte minha, ela estava.
            — Quem é? — A voz de Jess estava cansada, mas pude perceber que também estava feliz, como se sentisse a mesma coisa que Drew.
            Eles poderiam ficar juntos, seria ótimo.
            — Lamento dizer, mas não é o Drew — dei uma risada um tanto forçada —, mas se estava querendo o Cole, chegou perto. Sou eu, Candy. Esqueci minha chave, desculpe.
            A porta se abriu, servindo de moldura para a perfeita silhueta de Jessica, não tinha notado o quanto ela é bonita.
            As compridas ondas dela estava presa em um rabo-de-cavalo frouxo, e ela usava um shorts de seda e uma camisa larga dos Lakers. O sorriso estampado em seu rosto ia de orelha à orelha, revelando perfeitos dentes brancos. Ela esfregou os olhos parecendo cansada, e ainda assim, ela estava lendo A última música e escutando Mistletoe no rádio, sorri.
            — Your lips, on my lips, that's a merry, merry cristhmas — cantamos em coro.
            — Você gosta do Derek? — Perguntei.
            — Não só do Derek, mas de Kidrauhl, Jason Deeps, Jason McCan, Shawty Mane, Dr. Bieber, Purple Ninja, Drummer Boy, etc... — Jess respondeu, abrindo ainda mais o sorriso. — Como não gostar dele?
            Ela parecia ser do tipo que gostava de caras mais velhos, como Ian Somerhalder, Jhonny Deep, e outros, mas acabei descobrindo que ela também curte Nevershoutnever, The ready set, entre outros. "Gosto de caras gostosos, mas também gosto desses com o corpo ainda em formação", disse ela respondendo minha pergunta mental.
            Hesitei, mas não consegui me conter, e então disse:
            — Como Drew? — vi ela sorrindo, então olhou para baixo brincando com os dedos do pé e cantarolando.
            — Sim, como ele.
            Ficamos em silêncio, não podia revelar que ele gostava dele, mesmo percebendo que ela, sentia o mesmo.
            — E meu irmão?
            — Gosto de Cole, mas... Sei lá, acho que não ficaria com ele, ele parece ser do tipo — ela ficou de pé, e fez um gesto com a mão como se estivesse bebendo cerveja — "Ei, quer ficar comigo? Te uso essa noite, e amanhã esqueço seu nome". Sem ofensas.
            — Ele é... exatamente assim, espero que se lembre disso.
            — Vou me lembrar, acredite.
            Gostei da ideia, de que Drew e Jess se gostavam, eles poderiam ficar juntos. E ela não sairia com o coração partido por causa de Cole, espero que não.
            Ficamos conversando atá umas 10h pm e então Jessica dormiu. Comecei a ficar pensando no Drew, atá minhas pálpebras começarem a pesar e eu adormecer.

TO BE CONTINUED....
PRÓXIMO CAPITULO, SERÁ POSTADO EM MINUTOS, AGUARDE!
(Apartir de agora vou começar a fazer só os capítulos da Jess e os do Drew como narrador personagem, os outros como narradores, ok?)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Can't Stand It - Drew Ingle (5)

            O que? Ela disse "eu quero" mesmo? Devo estar sorrindo igual a um idiota. Droga! Eu estou sorrindo igual um idiota.
            Comecei a girar a chave, abri a porta e fiz um gesto para que ela entrasse na minha frente.
            — A gente pode jogar? — Escutei J. dizer.
            Eu gostava de estar com ela. Ela é ela mesma, não essas garotas cheias de frescuras que fingem ser alguém que não são só para não fazer "merda" na frente dos garotos, acaba que essa é a merda que elas fazem.
            Nós — com nós quero dizer garotos — gostamos de garotas que são elas mesmas, e não dessas que fingem ser o que não são.
            — Sim, mas, eu não quero que você fique mal quando eu ganhar de você.
            — Credo, como você é convencido Drew — Ela riu, nunca vou me cansar de escutar essa risada —, eu jogava basquete quando estava no Brasil.
            — Sério?
            — É.
            — Minha alma gêmea.
            — O que?
            Você.
            — O basquete.
            — Atá.
            É impressão minha ou ela ficou chateada?
            Queria que ela pudesse ler mentes, para saber que quando eu disse "basquete" eu queria dizer você.
            Depois de alguns segundos, começamos a rir. Comecei a ir para um mini-quarto onde guardamos as bolas, e arremessei uma para ela.
            — Resolveu perder de mim, é?
            — E agora, quem é o, ou melhor a convencida?
            Peguei a bola da mão dela e joguei. Cesta!
            — E então, pronta para perder do melhor?
            Jessica pegou a bola ainda quicando do chão, e foi para dois metros atrás de mim. Ela arremessou, e também, acertou.
            — Quem vai perder de quem?
            — Nada mal.
            — Afe, cala a boca. Vai jogar ou não?
            — Tá.
            Começamos a jogar, ela era boa. Muito boa.

            Um tempo depois paramos, quando eu pedi tempo. Qual é? Eu estava perdendo de cinco à nove.
            — Quer horas são?
            Peguei meu celular no bolso da bermuda.
            Não acredito que se passaram duas horas, "quando a gente se diverte, o tempo passa voando". Percebi.
            — Nove e trinta e cinco.
            — Passamos duas horas jogando? — Ela deu uma risada curta.
            — É, acho que sim.
            — Hum, passou rápido.
            Ela sorriu, eu sorri automaticamente. Nunca tinha jogado contra uma garota, não posso subestima-las. Sorri mais ainda quando escutei ela dizer:
            — Ficar com você é divertido.
            Devo estar escutando mal, ou sonhando.
            Ela falou algo que eu queria escutar, não de qualquer garota. Mas que eu queria escutar dela.
            Nessa hora lembranças da pré-escola começaram a vir na minha mente, lembrei de quando eu era apaixonado por uma garota chamada Samantha, ela era bonita, uma das meninas mais populares da escola. Minha amiga, e eu gostava dela. Considero-a meu primeiro amor, mesmo sendo estranho.
            Ela me zoava por eu ser mais baixo que ela, e por eu ama-la. Dizia que eu nunca teria chances, e eu sempre acabava chorando em casa, com meu irmão para me consolar.
            Tenho dó dele, ele nunca vai sentir a dor do amor. É, uma dor pouco conhecida. Pra quem acha que o amor é tipo filme da Disney, está errado. Pois não é, a gente sofre. Mas não é uma dor ruim, é uma dor boa.
            Quando estávamos na sexta série prometi a mim mesmo que nunca mais iria amar uma garota, e foi também quando consegui superar a dor de sua ausência.
            Eu estava indo para a sétima série, ela para a sexta, foi quando ela começou a gostar de mim. Eu tinha começado à me dedicar mais ao basquete, as meninas ficavam "babando" por mim, ganhei músculos. E admito que fiquei mais bonito.
            Então eu entendi o verdadeiro significado de "a gente só dá valor quando perde", e foi assim que prometi nunca mais amar alguém. A pergunta é: terei que quebrar essa promessa, por causa de Jessica?
            — É, ficar com você é bom. — Dei um passo para frente, chegando perto dela — Fora que você ganha de mim no basquete.
            — Ah, coitadinho. — Ela riu. Nós rimos. — Tô torcendo para que um dia você aprenda a jogar.
            Ela começou a subir na arquibancada, e eu fui atrás dela.
            — Eu sou mais alta que você!
            — Não é não.
            Eu disse pegando ela pela cintura e a colocando no chão, ela era no mínimo dez centímetros mais baixa do que eu.
            Jessica começou a me bater, e de novo subiu na arquibancada.
            — Então eu sou mais forte que você.
            — Como você é boba, hein J.?
            Peguei ela no colo jogando-a em cima de meu ombro, colocando-a nas minhas costas.
            — Quem é mais forte agora?
            Sai correndo com ela até o dormitório feminino, enquanto ela ficava me dando socos nas costas e me pedindo pra parar.
            Subi com ela até seu quarto, e abri a porta — esse é o bom de ser monitor: você tem a chave mestra — e joguei-a na cama. Acendi a luz, e deitei ao lado dela.
            — Viu? Eu sou mais forte que você!
            Ela me empurrou da cama, até eu cair no chão e ficou rindo. Comecei a rir com ela.
            — Amanhã termino de te mostrar a escola, já que hoje não deu.
            — Ok, e quando terminarmos posso ganhar de você de novo?
            — Pode, boa noite pequena.
            — Boa noite crianção.
            Sai do quarto dela, e comecei a sorrir.

            Cheguei no meu quarto, e encontrei meu irmão no computador. Como se eu já não estivesse acostumado com isso.

TO BE CONTINUED...
PRÓXIMO CAPITULO SERÁ POSTADO EM 10/11